Sexta-feira, Outubro 22, 2004
Além dos génios citados nos posts anteriores - Paul Allen, Burt Ruttan e Richard Branson, gostaria de juntar à galeria mais um nome: Norman Nixon.
Nixon é o CEO de um dos projectos mais ambiciosos de sempre da engenharia mundial. Os mais cépticos afirmam categoricamente que se trata de uma ideia inexequível. Proponho que deixemos de lado a discussão sobre a possibilidade, ou não, de executar o projecto e centremo-nos na ideia em si.
A ideia que Norman Nixon propõe é simples: construir uma cidade flutuante com o simpático nome de Freedom Ship. O projecto envolve a construção de um gigantesco navio com 1,5 km de comprimento (4 vezes maior que o Queen Mary) com todos os serviços e facilidades existentes numa cidade: apartamentos, empresas, aeroporto no deck superior, hotéis, marina, casinos, escolas, bancos, hospitais, centros comerciais, armazéns e muitas pessoas para trabalhar e usufruir desta comunidade flutuante. Sobre as características do Freedom Ship e a evolução da execução desta ideia voltarei num próximo post.
A verdade é que independentemente da exequibilidade ou não, os projectos de Allen, Burtan, Branson e Nixon trazem à geração actual um novo paradigma mundial de estilo de vida.
Tudo isto é semiológico. Daqui em diante não interessa se é possível executar ou não, se é realizável ou não, ou mesmo se é real ou não. O que interessa é o significado que tem. E o significado passa, com estes génios, a ser tudo.
Nixon é o CEO de um dos projectos mais ambiciosos de sempre da engenharia mundial. Os mais cépticos afirmam categoricamente que se trata de uma ideia inexequível. Proponho que deixemos de lado a discussão sobre a possibilidade, ou não, de executar o projecto e centremo-nos na ideia em si.
A ideia que Norman Nixon propõe é simples: construir uma cidade flutuante com o simpático nome de Freedom Ship. O projecto envolve a construção de um gigantesco navio com 1,5 km de comprimento (4 vezes maior que o Queen Mary) com todos os serviços e facilidades existentes numa cidade: apartamentos, empresas, aeroporto no deck superior, hotéis, marina, casinos, escolas, bancos, hospitais, centros comerciais, armazéns e muitas pessoas para trabalhar e usufruir desta comunidade flutuante. Sobre as características do Freedom Ship e a evolução da execução desta ideia voltarei num próximo post.
A verdade é que independentemente da exequibilidade ou não, os projectos de Allen, Burtan, Branson e Nixon trazem à geração actual um novo paradigma mundial de estilo de vida.
Tudo isto é semiológico. Daqui em diante não interessa se é possível executar ou não, se é realizável ou não, ou mesmo se é real ou não. O que interessa é o significado que tem. E o significado passa, com estes génios, a ser tudo.
Quarta-feira, Outubro 13, 2004
A «SpaceShipOne» ganhou o X-prize site oficial . A nave de Burt Rutan e Paul Allen conseguiu voar 2 vezes acima dos 100 km de altitude com 3 tripulantes a bordo. site dos vencedores
Atento à proeza estava Richard Branson, o patrão do império Virgin. Branson não perdeu tempo e chegou a acordo com a empresa de Allen - Mojave Aerospace Ventures - para o fornecimento de 5 aeronaves para a recém criada Virgin Galactic.
A obsessão de Richard Branson pela exploração de espaços não terrestres, não é de agora. O ar e o mar têm sido até hoje os meios de eleição.
Em 1987 cruzou o Oceano Atlântico num balão. No anterior tinha realizado a mais rápida travessia do Atlântico, a bordo do «Virgin Atlantic Chalenger». Desde 1995 que Sir Branson tenta dar a volta ao mundo com Steve Fosset, seu companheiro nestas aventuras, em balão - o «Virgin Flyer».
Mas o objectivo é mesmo o espaço. Já antes do negócio com a Mojave Aerospace Ventures, Branson tinha experimentado o seu avião «Global Flyer» (avião feito de fibra de carbono), onde pretende, juntamente com Fosset, dar a volta ao mundo sem reabastecimento. O voo será realizado na estratosfera, a 14 km de altitude...
Atento à proeza estava Richard Branson, o patrão do império Virgin. Branson não perdeu tempo e chegou a acordo com a empresa de Allen - Mojave Aerospace Ventures - para o fornecimento de 5 aeronaves para a recém criada Virgin Galactic.
A obsessão de Richard Branson pela exploração de espaços não terrestres, não é de agora. O ar e o mar têm sido até hoje os meios de eleição.
Em 1987 cruzou o Oceano Atlântico num balão. No anterior tinha realizado a mais rápida travessia do Atlântico, a bordo do «Virgin Atlantic Chalenger». Desde 1995 que Sir Branson tenta dar a volta ao mundo com Steve Fosset, seu companheiro nestas aventuras, em balão - o «Virgin Flyer».
Mas o objectivo é mesmo o espaço. Já antes do negócio com a Mojave Aerospace Ventures, Branson tinha experimentado o seu avião «Global Flyer» (avião feito de fibra de carbono), onde pretende, juntamente com Fosset, dar a volta ao mundo sem reabastecimento. O voo será realizado na estratosfera, a 14 km de altitude...
Sexta-feira, Agosto 01, 2003
O modelo clássico da teoria conspirativa pode ser definido como a existência de factos tão difíceis de desmentir quanto de comprovar. De facto a conspiração ganha consistência quando a verdade e a mentira se tornam equivalentes.
Tenho lido alguns artigos e visitado alguns sites sobre a ida, ou não, do homem à Lua. Para que conste, existem uns senhores que afirmam que a ida à Lua não passa de um mito e que a missão da Apolo 11, de 21 de Julho de 1969, foi um embuste. O melhor sobre o assunto pode ser lido em
www.moonhoax.com
Como diria qualquer político em funções, «a teoria vale o que vale», mas o que acho estranho é a NASA dar-se ao trabalho de encomendar um livro para rebater os argumentos da conspiração. Mais estranho ainda é o facto do astronauta Buzz Aldrin, colega de Neil Armstrong na Apolo 11, ter chegado a vias de facto, em Los Angeles, com Bart Sibrel, autor de um documentário sobre a 'fraude do homem na Lua' www.moonmovie.com. Aldrin cruzou-se com Siebrel na rua e agrediu-o.
Quanto a mim, sempre me fez confusão a imagem da bandeira americana a abanar, supostamente pelo vento, num ambiente onde é suposto não haver atmosfera...
Tenho lido alguns artigos e visitado alguns sites sobre a ida, ou não, do homem à Lua. Para que conste, existem uns senhores que afirmam que a ida à Lua não passa de um mito e que a missão da Apolo 11, de 21 de Julho de 1969, foi um embuste. O melhor sobre o assunto pode ser lido em
www.moonhoax.com
Como diria qualquer político em funções, «a teoria vale o que vale», mas o que acho estranho é a NASA dar-se ao trabalho de encomendar um livro para rebater os argumentos da conspiração. Mais estranho ainda é o facto do astronauta Buzz Aldrin, colega de Neil Armstrong na Apolo 11, ter chegado a vias de facto, em Los Angeles, com Bart Sibrel, autor de um documentário sobre a 'fraude do homem na Lua' www.moonmovie.com. Aldrin cruzou-se com Siebrel na rua e agrediu-o.
Quanto a mim, sempre me fez confusão a imagem da bandeira americana a abanar, supostamente pelo vento, num ambiente onde é suposto não haver atmosfera...
Quarta-feira, Julho 23, 2003
Recentemente, ao ler «O livro das Ilusões» de Paul Auster, retive na memória uma passagem que agora aqui transcrevo:
«...as minhas cogitações giravam em torno da quantificação dos actos efémeros da vida de todos os dias. Nos últimos 40 anos, quanto tempo passara eu a apertar os atacadores dos sapatos? Quantas portas abrira e fechara? Com que frequência espirrara? Quantas horas perdera à procura de objectos que não conseguia encontrar? Quantas vezes batera com o dedo grande do pé ou com a cabeça em objectos mais ou menos contundentes ou quantas vezes desatara a pestanejar para expulsar do olho um irritante intruso?»
Acrescento às questões de Paul Auster as minhas dúvidas:
Será que o tempo fora do espaço físico pode ser medido da mesma forma?
Existirá um tempo não físico que nunca passa ou que é constante e isso transforma-nos em seres eternos?
Será por isso que ex-Computer Geeks, como Jeff Bezos e John Carmack, buscam um novo Espaço?
«...as minhas cogitações giravam em torno da quantificação dos actos efémeros da vida de todos os dias. Nos últimos 40 anos, quanto tempo passara eu a apertar os atacadores dos sapatos? Quantas portas abrira e fechara? Com que frequência espirrara? Quantas horas perdera à procura de objectos que não conseguia encontrar? Quantas vezes batera com o dedo grande do pé ou com a cabeça em objectos mais ou menos contundentes ou quantas vezes desatara a pestanejar para expulsar do olho um irritante intruso?»
Acrescento às questões de Paul Auster as minhas dúvidas:
Será que o tempo fora do espaço físico pode ser medido da mesma forma?
Existirá um tempo não físico que nunca passa ou que é constante e isso transforma-nos em seres eternos?
Será por isso que ex-Computer Geeks, como Jeff Bezos e John Carmack, buscam um novo Espaço?
Sexta-feira, Julho 11, 2003
Burt Rutan não está sozinho. Pelo menos mais 23 «cavaleiros do espaço» vão tentar a façanha. Entre eles está o homem da Amazon Jeff Bezos. Depois de ter criado a mais importante marca da Rede, Bezos quer agora criar o conceito da agência de viagens cujo único destino é o Espaço. O secreto laboratório já tem nome: Blue Origin e está situado em Seattle. A futura aeronave espacial foi baptizada com o nome New Shepard.
Mas a relação entre o ciberspaço e o «outerspace» não termina aqui. John Carmack, o homem que criou o código dos famosos jogos Doom e Quake está também na corrida e tem já um protótipo em construção no Texas.
A relação entre os dois espaços parece-me óbvia. Não vos parece?
Mas a relação entre o ciberspaço e o «outerspace» não termina aqui. John Carmack, o homem que criou o código dos famosos jogos Doom e Quake está também na corrida e tem já um protótipo em construção no Texas.
A relação entre os dois espaços parece-me óbvia. Não vos parece?
Terça-feira, Julho 08, 2003
«The Ciberspace and the outer space». Não é o título de um livro. São os espaços reais actuais. O primeiro é acessível ao comum dos mortais e há mesmo quem argumente que vivemos todos nele. O segundo começa agora a ser explorado pelos «newbies» da exploração espacial. Burt Rutan é um desses «novos exploradores». Burt é o criador do «White Knight» - um avião cujo design e estrutura fazem lembrar uma nave espacial - e está muito próximo de colocar a NASA no rol de instituições ultrapassadas no tempo e, literalmente no Espaço. O «mecenas» do projecto é desconhecido o que o torna ainda mais interessante. Burt Rutan considera que a sua máquina está muito próximo de alcançar os cerca de 100km acima da terra. É a «nova Renascença». A proeza vai ser tentada durante este Verão. Serão 3 os homens a bordo do White Knight, que se conseguirem alcançar o «outer space», Burt verá o seu esforço premiado com 10 milhões de Dólares. O iBlog promete estar atento à façanha.
Life on earth begins to suck!
Life on earth begins to suck!
Sábado, Julho 05, 2003
Bem-vindo ao iBlog. O «estado da arte» da conspiração tecnológica mundial, a definição de inteligência segundo a nova ordem universal e a vida na Matriz são os temas do iBlog. Uma análise semiótica tridimensional. No iBlog a realidade é real.